| A
aguardada edição anual da Revista CONSUMIDOR
MODERNO, que traz em anexo o GUIA BRASILEIRO DO SERVIÇO
DE ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR, que chega a sua 10ª
edição, além de um apanhado completo
sobre as melhores práticas adotadas pelas empresas
líderes no aprimoramento das relações
que mantém com seus clientes, trouxe este ano,
também, os principais resultados de uma pesquisa
realizada pela SOCAP – Society os Consumer Affairs
Professionals in Business – sobre o que os consumidores
americanos gostam e o que os desagrada no relacionamento
com as empresas. Suas conclusões e ensinamentos
são, no entender de nossos consultores, e por
tudo o que temos constatado, rigorosamente válidos
para o Brasil.
Inicialmente
a pesquisa detectou que muitos consumidores que sentem
algum tipo de problema no produto ou serviço
que compraram, dependendo do preço e da relevância
do problema, preferem conviver com o mesmo que tentar
ligar para a empresa: ou porque acreditam que o tempo
despendido não vai compensar a eventual solução,
ou porque acreditam que a empresa não vai dar
a mínima, ou porque não têm o número
do telefone ou o e-mail à mão, ou porque
têm medo de serem mal atendidos. Voltou a confirmar
que um cliente bem atendido contagia positivamente muitos
futuros novos clientes, da mesma forma que o mal atendido
contagia negativamente o dobro do que contagiam os bem
atendidos.
Metrificou
o retorno dos investimentos realizados no atendimento
aos clientes e concluiu que a cada US$ 1 aplicado retornam
no mínimo US$ 1,5 e no máximo US$ 20.
De qualquer maneira, atender bem é um ótimo
negócio. O retorno decorre porque cliente bem
atendido compra mais, com maior intensidade, e contamina
futuros clientes.
A
pesquisa concluiu também que as empresas que
alcançam melhores resultados no relacionamento
com seus clientes são as que disponibilizam mais
canais de acesso: 0800, e-mail, Chat. E a razão
é óbvia, na hora da necessidade de falar,
e dependendo do perfil e característica de cada
cliente, quantas mais “portas de entradas”
diferentes existirem, maior será o número
de incursões de pessoas que se sentem mais à
vontade na internet, ou no telefone, ou em grupos de
discussão.
Na
hora da dúvida, da insegurança, do problema,
da reclamação, nada como um telefone à
mão. Já para aumentar o conhecimento e
aproveitar melhor o objeto da compra, segundo a pesquisa,
o caminho escolhido é o da escrita, do e-mail,
do chat.
Dentre
as coisas que menos agradam os clientes figuram o “se
você é isso disque 2, aquilo, 3... se você
é x disque 4, y disque z...” e por aí
vai; se arrepiam quando acessam a empresa para reclamar
ou perguntar e recebem um malho de venda; de ouvirem
respostas decorrentes de scripts; de serem induzidos
a dar avaliações positivas nas pesquisas
de satisfação, de fornecer informações
pessoais.
Por
outro lado, vibram quando conseguem a resposta que procuram
logo no primeiro contato, admiram empresas que mantêm
um serviço de atendimento 24 horas, 7 dias da
semana, se sentem considerados quando podem expressar
seus desconfortos e além das soluções
recebem pedidos de desculpas, de falarem com o mesmo
e um só atendente durante a ligação
desde que preparado, naturalmente, de serem perguntados
ao final se ficaram satisfeitos com as respostas, e
de receberem resposta imediata confirmando o recebimento
de seus e-mails.
Madia Mundo Marketing
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