Brasil não vai retaliar Argentina
Decisão é motivada pelo comércio, que pode gerar um superávit de mais de US$ 6 bilhões
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O governo brasileiro não vai tomar medidas duras com a Argentina por causa da demora na emissão das licenças não automáticas – documento que permite o embarque de produtos – para os móveis. A decisão é justificada na balança comercial: as transações comerciais com o País vizinho devem gerar um superávit de mais de US$ 6 bilhões. Ao invés de retaliação, o plano é intensificar o diálogo com o governo de Buenos Aires para ir destravando os produtos parados nas fábricas e em depósitos na fronteira.
Este foi o saldo da reunião realizada ontem, em Brasília, por deputados e representantes dos setores calçadista e moveleiro com o secretário-executivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, e com o presidente da Apex-Brasil, Maurício Borges.
Este foi o saldo da reunião realizada ontem, em Brasília, por deputados e representantes dos setores calçadista e moveleiro com o secretário-executivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, e com o presidente da Apex-Brasil, Maurício Borges.
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