Dados sobre os hábitos dos clientes são ignorados
Informações que os clientes deixam ao navegar na internet são valiosas, porém não aproveitadas

Segundo um Estudo da A.T. Kearney, menos da metade dos varejistas sequer pensa em coletar as informações que seus clientes deixam ao navegar na internet. Isso acontece porque a maior parte das empresas ainda não tem uma metodologia séria de apuração estratégica dos dados dos seus clientes.
O estudo 2013 Achieving Excellence in Retail Operations (Aero), da A.T. Kearney, divulgado nesta segunda-feira, mostrou que são poucas as empresas brasileiras que já adotaram o chamado big data – informações geradas pelo rastreamento do comportamento do consumidor na internet - para aumentar a eficiência das operações. No varejo, essas informações são ainda menos aproveitadas.
Os números mostram que menos da metade dos varejistas sequer pensa em coletar essas informações e apenas 8% consideram os dados vindos do comportamento de seus clientes na internet relevante. Afirmações contraditórias, tendo em vista que hoje 48% da população nacional esta conectada e poucas são as empresas que podem se dar ao luxo de abandonar essa fonte de informação.
O estudo também mostra que as empresas mais bem sucedidas “não estão só usando o big data como estão concentrando atenções em medir, analisar e agir”.
O estudo 2013 Achieving Excellence in Retail Operations (Aero), da A.T. Kearney, divulgado nesta segunda-feira, mostrou que são poucas as empresas brasileiras que já adotaram o chamado big data – informações geradas pelo rastreamento do comportamento do consumidor na internet - para aumentar a eficiência das operações. No varejo, essas informações são ainda menos aproveitadas.
Os números mostram que menos da metade dos varejistas sequer pensa em coletar essas informações e apenas 8% consideram os dados vindos do comportamento de seus clientes na internet relevante. Afirmações contraditórias, tendo em vista que hoje 48% da população nacional esta conectada e poucas são as empresas que podem se dar ao luxo de abandonar essa fonte de informação.
O estudo também mostra que as empresas mais bem sucedidas “não estão só usando o big data como estão concentrando atenções em medir, analisar e agir”.
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