Exportações desaceleram e se aproximam das importações
Volumes de móveis embarcados e compras vindas do exterior ficaram separadas por pequena diferença

Pela segunda vez em uma década os valores referentes as exportações de móveis domésticos ficaram muito próximos das importações. Os embarques fecharam 2024 com US$ 889,0 milhões, alta de 0,2% em relação ao ano anterior – terceiro maior volume em dez anos. Por sua vez as importações somaram US$ 881,2 milhões, aumento de 23,7%, impulsionado por produtos vindos da China, que teve crescimento de 35,8% (US$ 418,5 milhões) sobre 2023. Essa combinação gerou um superávit de US$ 7,7 milhão, o segundo pior da década – em 2016 foi de US$ 7,9 milhões.
Os Blocos Econômicos com maior peso nas exportações encolheram as compras de forma suave. A América do Sul, principal destino brasileiro, recuou 6,9% ano passado, para US$ 366,2 milhões, enquanto a América do Norte, segunda melhor rota, encolheu 0,6%, em US$ 279,3 milhões. A Europa, terceira região mais bem posicionada, elevou suas compras em 16,8%, para US$ 109,3 milhões. A Oceania teve a maior alta, 38,8%, mas seu volume carrega a lanterna entre todos os blocos…CONTINUE LENDO
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