Gasto com móveis cresce 57% em 10 anos
Pesquisa mostra que classe C passou a ser foco da Indústria

As classes C e D passaram a comprar mais móveis na última década. Segundo pesquisa realizada no ano passado pelo instituto Data Popular, que entrevistou mais de 18 mil pessoas em todo o país, houve aumento de 56,8% no consumo dos produtos, correspondente a R$ 19,4 bilhões por ano em gastos com mobiliário para a casa.
Em 2011, o mercado movimentou R$ 41,7 bilhões, quase 57% a mais do que em 2001, quando o gasto era de R$ 26,6 bilhões. Para o diretor do Data Popular, Renato Meirelles, “a classe C não compra apenas pelo preço, mas por considerar justo o valor cobrado por um produto ou serviço, e é mais rica do que 64% da população mundial”. As classes C e D juntas possuem sete em cada dez cartões de crédito ativos no Brasil.
Dos R$ 41,7 bilhões destinados à compra de móveis em 2011, o Sudeste responde por 46,7%; Nordeste, 20,9%; Sul, 18,9%; Centro-Oeste, 7,7% e o Norte, 5,8%. Segundo Meirelles, a cada R$ 100 gastos com móveis no Brasil, R$ 46,5 são da classe C e R$ 19,9 da classe D. "Enquanto as classes do topo da pirâmide buscam personalização da oferta, diferenciação por meio do consumo e são menos fiéis às marcas; em contrapartida a população emergente procura inclusão, pertencimento e vantagens concretas, sendo mais fiel a marcas que comprovem uma relação custo-benefício adequada".
Segundo a maioria dos entrevistados pela pesquisa, as pessoas gostam de passar o tempo no quarto quando estão em casa, e a sala é a peça prioritária na hora da decoração, porque afinal é lugar onde se recebe as visitas.
Em 2011, o mercado movimentou R$ 41,7 bilhões, quase 57% a mais do que em 2001, quando o gasto era de R$ 26,6 bilhões. Para o diretor do Data Popular, Renato Meirelles, “a classe C não compra apenas pelo preço, mas por considerar justo o valor cobrado por um produto ou serviço, e é mais rica do que 64% da população mundial”. As classes C e D juntas possuem sete em cada dez cartões de crédito ativos no Brasil.
Dos R$ 41,7 bilhões destinados à compra de móveis em 2011, o Sudeste responde por 46,7%; Nordeste, 20,9%; Sul, 18,9%; Centro-Oeste, 7,7% e o Norte, 5,8%. Segundo Meirelles, a cada R$ 100 gastos com móveis no Brasil, R$ 46,5 são da classe C e R$ 19,9 da classe D. "Enquanto as classes do topo da pirâmide buscam personalização da oferta, diferenciação por meio do consumo e são menos fiéis às marcas; em contrapartida a população emergente procura inclusão, pertencimento e vantagens concretas, sendo mais fiel a marcas que comprovem uma relação custo-benefício adequada".
Segundo a maioria dos entrevistados pela pesquisa, as pessoas gostam de passar o tempo no quarto quando estão em casa, e a sala é a peça prioritária na hora da decoração, porque afinal é lugar onde se recebe as visitas.
(Fonte: Folha de S. Paulo)
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