Grandes varejistas veem 2015 como ano de ajustes
Na contramão dos executivos, Luiza Helena Trajano afirmou que segue otimista

Executivos de grandes empresas do varejo brasileiro preveem um ritmo de crescimento geral pouco animador para o setor em 2015, com o apetite dos consumidores sendo negativamente impactado pela realização de necessários ajustes na economia.
Após o Banco Central elevar a taxa básica de juros, o presidente da empresa de meios de pagamento Cielo, Rômulo Dias, avalia que o aperto monetário é "remédio necessário para trazer inflação para centro da meta", a despeito de promover um encarecimento no crédito, uma das molas propulsoras do consumo.
"O ano será desafiador e em certa medida isso já está dado", disse o executivo. "A gente tem que ter paciência. Não dá para dizer nem que 2016 será tão melhor que 2015."
O presidente da rede de eletroeletrônicos Cybelar, Ubirajara Pasquotto, vê o horizonte do próximo ano com cautela e admite que o crescimento da rede será "seguramente menor" que o deste ano.
"A gente diminui a velocidade, mas não para o carro", afirmou ele, completando que o aperto monetário que ainda deve seguir pela frente pode, por outro lado, aumentar a confiança dos empresários de que o governo está fazendo sua parte, aumentando o nível de investimentos das companhias no médio prazo.
Na contramão dos executivos, a diretora-presidente da varejista de móveis e eletroeletrônicos Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, afirmou que segue otimista, se limitando a dizer que a companhia viu neste ano "alguns segmentos (com desempenho) muito bons".
Após o Banco Central elevar a taxa básica de juros, o presidente da empresa de meios de pagamento Cielo, Rômulo Dias, avalia que o aperto monetário é "remédio necessário para trazer inflação para centro da meta", a despeito de promover um encarecimento no crédito, uma das molas propulsoras do consumo.
"O ano será desafiador e em certa medida isso já está dado", disse o executivo. "A gente tem que ter paciência. Não dá para dizer nem que 2016 será tão melhor que 2015."
O presidente da rede de eletroeletrônicos Cybelar, Ubirajara Pasquotto, vê o horizonte do próximo ano com cautela e admite que o crescimento da rede será "seguramente menor" que o deste ano.
"A gente diminui a velocidade, mas não para o carro", afirmou ele, completando que o aperto monetário que ainda deve seguir pela frente pode, por outro lado, aumentar a confiança dos empresários de que o governo está fazendo sua parte, aumentando o nível de investimentos das companhias no médio prazo.
Na contramão dos executivos, a diretora-presidente da varejista de móveis e eletroeletrônicos Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, afirmou que segue otimista, se limitando a dizer que a companhia viu neste ano "alguns segmentos (com desempenho) muito bons".
Com informações de Info Money
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