Potencial de valorização do Magazine Luíza é de 40%
A expectativa de melhora no comércio varejista ajudou a elevar as ações

A partir do segundo trimestre do ano, tendo em vista a expectativa de melhora do comércio varejista, as ações do Magazine Luiza têm sofrido forte valorização. No mês de maio, o papel já acumula alta de 24%. As ações da empresa haviam chegado ao seu ponto mínimo no mês passado, intensificado por causa das vendas mais fracas no primeiro trimestre.
O Projeto de Gestão de Preços, que deve ser implantado no segundo semestre deste ano, também deve impulsionar as vendas no nordeste. O Projeto deve realizar uma diferenciação de preços por região, com consequente incremento de margem para as lojas de regiões com maior poder aquisitivo. Também é esperado um aumento nas vendas gerais, principalmente por conta do aumento da procura por televisões por causa da Copa das Confederações neste ano e da Copa do Mundo no ano que vem.
Porém, o risco nas concessões de crédito é visto como um entrave, pois a maior parte dos produtos é composta por bens duráveis, que dependem de financiamento. O desempenho da economia brasileira também é observado com cautela. Para os analistas da Planner, para continuar crescendo, o Magazine Luíza depende da manutenção da taxa de desemprego em níveis baixos, com crescimento real da renda.
Ainda este ano, o Magazine Luiza planeja reduzir custos e elevar suas margens, com a integração das Lojas Maias e do Baú, adquiridas em 2010 e 2011. Para o ano que vem, a expectativa é que suas margens atinjam seu nível potencial, elevando-se para um faixa entre 6% e 7% de margem Ebitda (o indicador que mede a capacidade de geração de caixa).
O Projeto de Gestão de Preços, que deve ser implantado no segundo semestre deste ano, também deve impulsionar as vendas no nordeste. O Projeto deve realizar uma diferenciação de preços por região, com consequente incremento de margem para as lojas de regiões com maior poder aquisitivo. Também é esperado um aumento nas vendas gerais, principalmente por conta do aumento da procura por televisões por causa da Copa das Confederações neste ano e da Copa do Mundo no ano que vem.
Porém, o risco nas concessões de crédito é visto como um entrave, pois a maior parte dos produtos é composta por bens duráveis, que dependem de financiamento. O desempenho da economia brasileira também é observado com cautela. Para os analistas da Planner, para continuar crescendo, o Magazine Luíza depende da manutenção da taxa de desemprego em níveis baixos, com crescimento real da renda.
Ainda este ano, o Magazine Luiza planeja reduzir custos e elevar suas margens, com a integração das Lojas Maias e do Baú, adquiridas em 2010 e 2011. Para o ano que vem, a expectativa é que suas margens atinjam seu nível potencial, elevando-se para um faixa entre 6% e 7% de margem Ebitda (o indicador que mede a capacidade de geração de caixa).
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