Reaproveitamento de sobras da produção
Uma nova postura ambiental está rendendo mais lucro para empresas do setor moveleiro
O dono de uma fábrica de sofás em Ubá resolveu aproveitar retalhos de tecidos que seriam desperdiçados para fazer um novo móvel: o sofá de patchwork. Esse trabalho, não só economiza material, como também agrega valor à peça, que sai até 30% mais cara do que a comum. Segundo empresários do setor, o mais importante é a união de dois conceitos, o de sustentabilidade e também o de resultado social para a empresa.
Tais mudanças estão ocorrendo em todo o setor industrial que vem entrando, gradativamente, em uma nova fase de adaptação ao mercado. Reaproveitar os resíduos que produzem é uma forma de preservar o meio ambiente, ganhar status de sustentabilidade e ainda por cima fazer economia.
Várias indústrias já têm apostado em maneiras criativas de reaproveitar o que antes seria descartado, entretanto, ainda é preciso mais. No Polo Moveleiro de Ubá, das 300 indústrias, menos de 10% reutilizam os resíduos de acordo com o sindicato do setor. Porém, quem já aderiu consegue ver os lucros.
Restos de tinta, madeira, serragem, retalhos de espuma e de tecidos já são reaproveitados por algumas empresas.
Tais mudanças estão ocorrendo em todo o setor industrial que vem entrando, gradativamente, em uma nova fase de adaptação ao mercado. Reaproveitar os resíduos que produzem é uma forma de preservar o meio ambiente, ganhar status de sustentabilidade e ainda por cima fazer economia.
Várias indústrias já têm apostado em maneiras criativas de reaproveitar o que antes seria descartado, entretanto, ainda é preciso mais. No Polo Moveleiro de Ubá, das 300 indústrias, menos de 10% reutilizam os resíduos de acordo com o sindicato do setor. Porém, quem já aderiu consegue ver os lucros.
Restos de tinta, madeira, serragem, retalhos de espuma e de tecidos já são reaproveitados por algumas empresas.
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