Reparos, de vilões a ativo estratégico da indústria
O setor tratou o conserto como sinal de falha, em um cenário de margens pressionadas

Durante muito tempo, a lógica foi simples: crescer significava vender mais peças novas. O reparo ficava na retaguarda - associado a defeitos, devoluções e custos indesejados. Mas o mercado mudou.
Fretes mais caros, aumento das devoluções, maior complexidade dos produtos e consumidores menos tolerantes a frustrações estão forçando indústria e varejo a reverem um ponto sensível: o pós-venda técnico…Continue Lendo
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