Técnica de mistura de tecidos pode renovar móveis
Chamada Patchwork, técnica pretende renovar a aparência e também o estilo das peças

Reformar um móvel pode significar mais do que um reaproveitamento. Há como renovar a aparência e também o estilo e dar à peça nova funcionalidade. E não é difícil. É possível inovar misturando apenas cores e formas de tecidos, o chamado patchwork, uma técnica que ganha cada vez mais espaço no setor de móveis.
O patchwork foi criado com a mistura de tecidos. Antigamente, devido às dificuldades econômicas mundiais, era comum emendar uma sobra de pano a outra e formar novas peças como colchas e roupas.
Mas o que antes era apenas sinônimo de reaproveitamento, hoje, na cultura do exclusivo, é remetido ao luxo - dado a necessidade de design e trabalho aplicado. Afinal, "combinar" a mistura também requer técnica, gosto e visão. Depois, costurar e aplicar exige empenho. E é nesta linha que a tradutora, que virou designer de mobília, Ana Marins Aranha, de 45 anos, tem trabalhado. Há três anos, quando voltou de Londres (onde morou por 20 anos), Ana resolveu dar asas à imaginação e buscar o que proporcionasse prazer a ela: planejar renovações para móveis convencionais. Segundo Ana, a curiosidade também a ajudou neste processo.
(Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul)
O patchwork foi criado com a mistura de tecidos. Antigamente, devido às dificuldades econômicas mundiais, era comum emendar uma sobra de pano a outra e formar novas peças como colchas e roupas.
Mas o que antes era apenas sinônimo de reaproveitamento, hoje, na cultura do exclusivo, é remetido ao luxo - dado a necessidade de design e trabalho aplicado. Afinal, "combinar" a mistura também requer técnica, gosto e visão. Depois, costurar e aplicar exige empenho. E é nesta linha que a tradutora, que virou designer de mobília, Ana Marins Aranha, de 45 anos, tem trabalhado. Há três anos, quando voltou de Londres (onde morou por 20 anos), Ana resolveu dar asas à imaginação e buscar o que proporcionasse prazer a ela: planejar renovações para móveis convencionais. Segundo Ana, a curiosidade também a ajudou neste processo.
(Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul)
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