Varejistas do México têm expansão lenta no Brasil
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O varejo brasileiro está borbulhando e o mercado tem acompanhado uma série de fusões e aquisições, principalmente no segmento de eletroeletrônicos. No entanto, as varejistas mexicanas instaladas no Brasil parecem não estar com muita pressa e seguem com ritmo lento de expansão quando comparadas a suas concorrentes. A Coppel abriu sua primeira loja em Curitiba em março do ano passado e até agora possui apenas quatro pontos de venda em operação. A varejista tem um perfil que se assemelha a uma loja de departamentos, pois além dos eletros, comercializa roupas e calçados. Gilmar Godoy, presidente da rede, gosta de dizer que a varejista trabalha na base da confiança. Segundo o executivo, o crédito é concedido com base nas informações passadas pelo consumidor, sem necessidade de comprovação de renda. A varejista possui uma equipe de agentes que costuma visitar os clientes para oferecer informações sobre as promoções da Coppel e cobrar parcelas em atraso. Esse método é comum no México e também foi importado pela Elektra, presente no Brasil desde 2008.
Assim como a Coppel, a varejista de Ricardo Salinas não tem demonstrado o mesmo apetite das companhias brasileiras quando o assunto é fusão ou aquisição. Foi somente neste ano que a empresa fez sua primeira compra, a rede Tradição, e pulou de 35 para 60 unidades.
(Fonte: Brasil Econômico)
Assim como a Coppel, a varejista de Ricardo Salinas não tem demonstrado o mesmo apetite das companhias brasileiras quando o assunto é fusão ou aquisição. Foi somente neste ano que a empresa fez sua primeira compra, a rede Tradição, e pulou de 35 para 60 unidades.
(Fonte: Brasil Econômico)
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