A homenagem mais emocionante da minha carreira profissional
O título reflete uma frase de Ari Bruno Lorandi sobre a homenagem recebida por ele
O título reflete uma frase de Ari Bruno Lorandi sobre a homenagem recebida por ele na quinta-feira (28) em um evento da Abicol (Associação Brasileira da Indústria de Colchões). A entidade colchoeira prestou uma homenagem especial a Lorandi em razão de todas as suas contribuições jornalísticas prestadas ao setor, especialmente pela criação do Anuário de Colchões Brasil.
“Senti-me honrado porque a homenagem reconhecia o nosso trabalho para o desenvolvimento do setor de colchões no Brasil. Foi então que lembrei da minha trajetória na comunicação do setor. Comecei em 1983 e tive o privilégio de acompanhar e contribuir nos mais importantes movimentos dos colchoeiros. E vi a criação do programa Pró Espuma, que desenvolveu a tabela de biotipo, que inda hoje é considerada para determinar o colchão adequado a cada pessoa através de seu biotipo. Acompanhei a criação da primeira norma técnica voluntária de colchões de espuma, depois de mola. Então criamos o primeiro curso de capacitação de vendedores e gerentes de lojas de colchão”, continua Lorandi.
O CEO do Intelligence Group destaca que, “dentro da nossa visão de futuro, criamos o primeiro Anuário de Colchões que ainda hoje é único no mundo. O objetivo era dar voz e vez ao setor, elevar o nível de informação e conteúdo para a cadeia colchoeira, através de um produto nobre, com formato de livro, visando sua preservação ao longo do tempo e se constituindo numa bíblia do setor. E conseguimos, com apoio da Abicol e de dezenas de clientes. Agora, na décima edição, estamos tornando o Anuário de Colchões Brasil um veículo internacional, com áudio na edição digital em português e inglês. Hoje é a nossa principal mídia no setor moveleiro/colchoeiro”.
Em relação à homenagem Lorandi admite que ficou lisonjeado, “principalmente porque acredito que nenhum ser humano quer ser nome de rua ou ter o seu busto numa praça pública. O ser humano que ser reconhecido em vida, primeiro porque o reconhecimento comprova que a nossa obra foi positiva e percebida no público a qual se destinava, segundo porque estimula a continuidade da obra para deixar um legado a quem nos suceder”.
Notícias
Após o sucesso em junho, com linha esgotada em menos de 48 horas, Havaianas e Dolce & Gabbana trazem de volta sua exclusiva collab a partir de 4 de dezembro. Divididos entre as famílias ‘‘Clássicos’’ e ‘‘Ícones’’ os pares têm acabamento em veludo nas tiras, logo metálico e um pin exclusivo.
Esta notícia serve para mostrar um exemplo de marca com propósito, conceito que abordamos na edição anterior do nosso programa. A Havaianas soma ainda a inclusão do simbolismo brasileiro em seu design.
Outra notícia dessa semana revela que 6 em cada 10 brasileiros compram apenas de marcas alinhadas com os seus valores. Além de descontos, autenticidade e conexão emocional os valores defendidos pelas marcas estão moldando as escolhas de compra.
De acordo com o estudo, além do preço, a satisfação emocional é determinante: metade dos brasileiros está disposta a pagar mais por algo que proporcione esse tipo de experiência.
Mas Lorandi faz uma observação: Satisfação emocional muitas vezes está ligada a status, que não representa necessariamente valores. Existem exemplos de sobra de marcas que garantem status e usam mão de obra escrava, trabalho infantil, peles de animais etc.
E trazemos uma breve análise sobre o acordo feito por Brasil e China durante a recente visita do presidente Xi Jinping ao Brasil. Ela resultou na assinatura de 37 acordos bilaterais.
Lorandi afirma que “na prática podemos dizer que o Brasil abriu suas porteiras aos produtos chineses”.
Os móveis residenciais importados da China entre janeiro e outubro de 2022 alcançaram 224,4 milhões de dólares, subiram 8% em 2023 e agora o volume chega a 344,4 milhões de dólares, ou seja, aumentou 42,2% de 2024 para 2023 e 53,4% na comparação com igual período de 2022.
Lorandi alerta: Em dois anos a alta foi superior a 50%. Isso é preocupante. Pior é que a situação tende a se agravar. Hoje o valor dos produtos chineses já representa 4% do faturamento das indústrias brasileiras de móveis.
Mas, o 10 Minutos com Ari Bruno Lorandi ainda traz muitas outras informações por meio do quadro Saiu na Mídia. Assista ao programa na íntegra pelo player acima.
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