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Dormir virou desafio: 72% dos brasileiros têm problemas

Revisado João Caetano - 15 de Março 2026
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Dormir bem tem se tornado cada vez mais difícil para milhões de brasileiros. Levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indica que 72% da população apresenta algum tipo de alteração no sono, situação associada ao aumento da ansiedade, queda de produtividade e prejuízos à saúde física e mental. 

 

Dados da Associação Brasileira do Sono mostram que o brasileiro dorme, em média, 6,4 horas por noite, abaixo das 7 a 9 horas recomendadas internacionalmente.

 

Os números ganham destaque no Dia Mundial do Sono, celebrado em 15 de março. Estimativas científicas indicam que cerca de 16% da população adulta mundial sofre de insônia clínica, enquanto quase metade das pessoas relata alguma dificuldade para dormir.

 

Para especialistas, a privação crônica de sono deixou de ser apenas consequência de uma rotina cansativa e passou a representar um desafio de saúde pública.

 

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“Dormir bem não é luxo. É uma necessidade biológica básica. Quando o sono falha, memória, humor, imunidade e até o coração são afetados”, afirma a diretora-executiva do Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER), Cleriane Lopes Denipoti.

 

Com o aumento do tempo diante de telas, jornadas extensas de trabalho e níveis elevados de ansiedade, especialistas apontam que o ambiente de descanso passou a ter papel decisivo na recuperação do organismo.

 

Entre os fatores analisados está o suporte oferecido ao corpo durante o sono.

“Um colchão inadequado compromete o alinhamento da coluna, aumenta pontos de pressão e interfere na profundidade e continuidade do sono. Não é apenas conforto subjetivo, é suporte técnico ao organismo”, explica Denipoti. 

 

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