IMG-LOGO

Duratex apresenta resultados do 1º trimestre com novo recorde

Revisado Natalia Concentino - 28 de Abril 2022 1397 Views
Duratex-Agudos.jpg
Dexco seguiu superando seus resultados com a melhora do mix e novos patamares de preços

A Dexco (nova marca da Duratex) informa que no primeiro trimestre de 2022 alcançou um novo recorde histórico. A companhia registrou R$ 504 milhões de EBITDA Ajustado e Recorrente, superior ao mesmo período de 2021, que até então figurava como o melhor início de ano para a companhia. 

 

Mesmo com menor volume de vendas em função da sazonalidade do período, situação que não acorreu no último ano por conta da pandemia, e o aumento de custo de insumos pressionando margens, a Dexco seguiu superando seus resultados com a melhora do mix e novos patamares de preços, alcançando receita líquida recorrente de R$ 2.131 milhões, 21% superior ao primeiro tri de 2021.

 

Em relação ao endividamento, no 1º trimestre de 2022, a Dexco seguiu com baixa taxa de alavancagem (Dívida líquida / EBITDA recorrente) de 1,5x, sustentada pelo forte resultado operacional, mesmo após investimentos em projetos realizados no período.

 

“Destacamos que, mesmo com todas as adversidades de sazonalidade, COVID-19, guerra entre Rússia e Ucrânia impactando os custos e volatilidade econômica, a Dexco fechou mais um trimestre com recorde de crescimento. Isso mostra a resiliência de nossas divisões focadas no consumidor final. Nossa perspectiva para 2022 é manter um patamar de resultados próximo ao do ano passado, mesmo com a pressão de custos da inflação agravados pelo cenário da guerra. Devemos continuar a ser favorecidos pela demanda da construção civil e pelos lançamentos ocorridos nos últimos anos. Teremos também uma maior flutuação entre os trimestres em decorrência da sazonalidade típica do negócio. Esse movimento não foi visto nos dois últimos anos em função dos efeitos da pandemia”, comenta Antonio Joaquim de Oliveira, Presidente da Dexco.

 

LEIA: Ao completar 70 anos, Duratex reconstrói marca e vira Dexco

 

Resultados por divisão

 

A Divisão Madeira manteve bons patamares no período, alcançando EBITDA Ajustado e Recorrente de R$ 359 milhões, 4% inferior ao 1º tri de 2021. Foi registrado uma queda de 9% no volume do trimestre diante ao mesmo período do ano anterior, influenciada pelas paradas de manutenção programadas e a sazonalidade, apesar dos ganhos de market share.

 

Segundo a IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), o setor teve redução de 13% do volume no trimestre, em decorrência do retorno da sazonalidade do período. No entanto, o setor apresentou um crescimento de 23% do mercado externo, sendo 34% para MDP e 16% para MDF.

Comentários