ESG deixa de ser só diferencial e redefine a gestão das empresas
Depois de anos sendo encarado apenas como um diferencial, geralmente pelas grandes empresas, 2026 marca o ano em que a voluntariedade em relação ao ESG deu lugar à exigência estrutural. Esse é o alerta que Débora Irie, especialista em ESG e consultora do Instituto Impulso traz neste mês. “A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já oficializou a obrigatoriedade de relatórios baseados nos padrões globais do ISSB. Para o fabricante de móveis, independentemente do porte ou da estrutura de capital, a transparência tornou-se a nova moeda de troca com bancos, grandes varejistas e parceiros internacionais”, avisa.
Diante disso, a especialista afirma que há um equívoco estratégico comum no mundo industrial, que é confundir conformidade com vantagem competitiva. “Seguir as Normas Regulamentadoras (NRs) é essencial para evitar multas e interdições, mas o verdadeiro retorno sobre o capital ocorre quando a indústria utiliza esses parâmetros como base para uma gestão de alta performance”, explica…Continue Lendo




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