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Estresse lidera as causas de noites mal dormidas

Por Natalia Concentino - 15 de Março 2026
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Imagem: Freepik

O Dia Mundial do Sono, celebrado em 13 de março, busca chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que a privação de sono pode causar na saúde física e mental.

 

Uma pesquisa global realizada pela empresa de tecnologia médica ResMed mostra que a população reconhece cada vez mais o papel do descanso na qualidade de vida. Entre 30 mil pessoas entrevistadas em 13 países, 53% apontaram o sono como o fator mais importante para uma vida longa e saudável, à frente da alimentação equilibrada (46%) e da prática regular de exercícios físicos (41%).

 

O estudo também revela um alto nível de conscientização: 84% dos participantes afirmaram saber que dormir bem de forma consistente pode prolongar a vida saudável.

 

Na prática, porém, a realidade é diferente. Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados disseram dormir bem apenas quatro noites por semana ou menos, o que indica que noites realmente restauradoras ainda são raras para grande parte da população.

 

Entre os principais fatores apontados para a má qualidade do sono, o estresse e a ansiedade aparecem como a causa mais citada, mencionada por 39% dos participantes. Em seguida surgem o trabalho (22%) e o uso de telas antes de dormir (21%).

 

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Pesquisas científicas indicam que o contato com telas no período noturno pode prejudicar o descanso ao suprimir a produção de melatonina, hormônio responsável por regular o ritmo circadiano e preparar o organismo para o sono.

 

A pesquisa da ResMed também mostra diferenças entre países. Entre as nações analisadas, França, Reino Unido e Estados Unidos apresentaram os maiores índices de pessoas que dormem bem quatro noites por semana ou menos. Na França, 66% dos entrevistados relataram esse padrão, seguidos pelo Reino Unido (64%) e pelos Estados Unidos (61%).

 

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