Formica® vê o branco de 2026 como tela para a criatividade
A escolha da PANTONE 11-4201 Cloud Dancer como Cor do Ano 2026 trouxe um recado claro ao universo do design: desacelerar, simplificar e criar espaços que transmitam serenidade. O tom — um branco suave e silencioso — foi descrito pelo Pantone Color Institute como um “sussurro de serenidade”, evocando leveza, foco e equilíbrio em um mundo cada vez mais saturado de estímulos.
Mais do que um neutro tradicional, o Cloud Dancer funciona como uma tela em branco contemporânea. Versátil, pode assumir o papel de protagonista ou de base, dialogando com paletas quentes, frias, naturais, metálicas ou expressivas. É um branco que não anula, mas realça, oferecendo estrutura para contrastes e experimentações.
Nesse contexto, a Formica interpreta a escolha da Pantone como uma oportunidade criativa para explorar superfícies que equilibram neutralidade e personalidade. A proposta está alinhada às narrativas que vêm orientando o design contemporâneo e também ao lançamento recente da marca, a Coleção Matizes.
A coleção aposta em padrões neutros e texturas naturais, mas em tonalidades que despertam emoção, autenticidade e presença. O conceito “Em cada nuance, essências singulares” reforça a ideia de que a cor é linguagem e identidade — mesmo quando se manifesta de forma sutil, como no caso do branco.
Para a arquiteta e analista de marketing e tendências da Formica®, Bruna Ronconi, o branco tem papel estratégico no décor atual. Segundo ela, trata-se de “uma tela em branco para ser criativo, do minimalismo ao maximalismo”, especialmente quando combinado com texturas, amadeirados e padrões minerais, que trazem profundidade aos ambientes claros.

Entre os padrões do portfólio da marca mais próximos ao Cloud Dancer, Bruna destaca o Gelo, um off-white versátil que se adapta a diferentes atmosferas e permite múltiplas leituras de projeto.
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Como usar o branco com mais personalidade
Com base na leitura estética da marca, a Formica® compartilha algumas diretrizes para valorizar o uso do branco nos interiores:
- Aquecer o ambiente com o visual de madeiras naturais, como Nogal Amendoado, Carvalho Americano, Carvalho Tabaco, Carvalho Mel e Freijó.
- Enriquecer a neutralidade com a textura de rochas e minerais, como Santorini, Basalto Natural e Rochedo.
- Inserir personalidade por meio de padrões mais intensos, como Paladina Green, Jaspe, Cacau, Argila, Goiaba, Vinho, Verde Selva e Azul Cobalto.
- Explorar texturas para evitar monotonia visual.
A arquiteta também alerta para a importância do contraste de materiais e do planejamento da iluminação, já que tons claros refletem nuances com intensidade e influenciam diretamente a percepção do espaço.
“O branco de 2026 não é um convite ao vazio”, conclui Bruna. “É um convite à expressão. Quando integrarmos textura, cor e natureza ao décor, o branco se torna ainda mais significativo.”






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