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Inflação de móveis fecha o ano em baixa

Apesar da aceleração dos preços de móveis no segundo semestre do ano (veja quadro mensal), 2018 fecha mostrando que mobiliário é um item em que o varejo tem dificuldades de ajustar preços. Enquanto o IPCA geral subiu 3,75%, mobiliário ficou nos 2,97%. De qualquer forma, bem mais equilibrado do que em 2017 quando o IPCA geral registrou elevação de 2,95% e mobiliário ficou negativo em 0,91%. Por sinal, em anos anteriores a situação era a mesma. Em 2016, o IPCA geral subiu 6,29% e mobiliário caiu 1,46%. Em 2015, para uma inflação geral de 10,67%, mobiliário ficou em 4,23%. E 2014, para ficar apenas no período de crise, o IPCA geral registrou elevação de 6,41% e mobiliário 5,38%. Os números confirmam o que afirmamos acima.

 

 

Para não fugir à regra, colchão foi o campeão de alta, superando inclusive o índice geral, com 3,87%, seguido dos móveis para sala com 3,42%. Móveis para cozinha ficou 0,4% abaixo da média do setor. Na sequência os móveis para quarto, com alta de 2,32% e, também dentro do comportamento histórico, móvel infantil fechou 2018 com recuo de 0,34% nos preços do varejo. Isso já havia ocorrido em 2017 (-1,68%) e em 2016 (-3,99%).

 

Por região, os picos de IPCA em mobiliário ocorreram em Recife, com alta de 6,07% e Aracaju, com queda de 3,12%. O item colchão, no Rio de Janeiro teve alta de 10,05%, enquanto em Fortaleza registrou queda de 0,71%.

 

Veja abaixo o quadro completo do comportamento dos cinco itens de mobiliário pesquisados pelo IBGE:

 

 

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