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Mercado argentino perde representatividade

A possível derrota do atual presidente, Maurício Macri, não terá muita importância para as exportações brasileiras de móveis à Argentina. Isso porque, como se vê no quadro que preparamos, depois de evoluir a partir de 2009 até chegar ao máximo em 2011, quando representaram 21,3% do total das exportações, as vendas para o país vizinho só recuaram até atingir 7,5% de representatividade ano passado. E este ano, até junho, representa apenas 4,5%.

Hoje a Argentina está em sexto lugar, superada pelo Uruguai e Chile. Por sinal, o Uruguai teve uma evolução importante em relação a Argentina entre 2019 e 2018. No primeiro semestre do ano passado, Uruguai comprou 22,3% menos que a Argentina. De janeiro a junho deste ano comprou 67,1% mais. Não é pouca coisa.

Veja o comportamento das exportações para a Argentina entre 2009 e 2018:

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Ari Bruno Lorandi

Jornalista profissional com mais de 40 anos de atividades. Atua em estratégias de comunicação e marketing no setor moveleiro há 30 anos. É Diretor de marketing do Intelligence Group do Brasil, empresa de comunicação e marketing com sede em Curitiba. A empresa publica a revista Móveis de Valor, Móveis de Valor Norte & Nordeste, Anuário de Colchões Brasil e criou a primeira TV do setor moveleiro no mundo em atividade desde 2008.