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Mobiliário capaz de promover a saúde é essencial pós pandemia

O coronavírus impactou todos os mercados e setores econômicos do mundo, transformando as necessidades e demandas do consumidor de forma relevante. Os comportamentos estão mudando na mesma velocidade da evolução da doença. Um estudo do Instituto Qualibest apontou que 94% dos brasileiros mudaram os hábitos de higiene após o início da pandemia. O uso do álcool em gel cresceu 67%, seguido pela água sanitária (51%), desinfetante (47%) e sabonete líquido (42%).

Na arquitetura, o desafio é criar espaços para o home office – tendência que que veio para ficar, mesmo após a pandemia – e áreas sujas para evitar que vírus e bactérias entrem na casa. Uma outra novidade é o mobiliário com proteção antimicrobiana, que inibe a proliferação de bactérias em toda a superfície dos painéis de madeira. Hoje existe no mercado painéis resistentes a umidade, que possui proteção antibacteriana. Essa proteção cria uma barreira que elimina o crescimento de microrganismos e uma ampla gama de bactérias, não permitindo que se depositem nos produtos, mantendo a limpeza por mais tempo. Dessa forma, os produtos se mantem higienizados e mais saudáveis.  

Tecnologia e prevenção

A WGSN, líder em previsão de tendências, publicou um relatório da estrategista e editora Petah Marian, que aponta que as empresas devem trabalhar para criar estratégias que melhorem a sensação de segurança, bem-estar e promovam a calma. Para isso, a indústria trabalha de forma incansável para seguir oferecendo design, qualidade, inovação e saúde. O mesmo relatório aponta que, de acordo com a pesquisa da Nielsen, 49% dos consumidores estarão dispostos a pagar “um prêmio” por produtos com garantias de alta qualidade e padrões de segurança verificáveis pós pandemia.

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