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Produção de móveis recua pelo terceiro mês seguido, diz o IBGE

Apenas os meses de janeiro e maio registraram elevação na produção de móveis na comparação com o mês imediatamente anterior, ou seja, dezembro e abril, como se vê no quadro abaixo. O maior percentual de queda aconteceu em março. O segundo pior mês ocorreu em abril, sendo seguido pela queda de junho.

Porém, antes de concluir que as indústrias estão passando por uma crise, é importante observar que uma análise do comportamento dos meses de 2021 na comparação com o ano anterior, apenas nos últimos três ocorreram quedas, isso depois de 108,8% de alta em abril e mais 47,6% em maio ante iguais meses de 2020, início da pandemia.

No acumulado de janeiro a agosto a produção de móveis registra alta de 11,4% em relação a igual período do ano passado, o menor percentual nesta base de comparação desde fevereiro.

leia: INFLAÇÃO DA INDÚSTRIA DE MÓVEIS SOBE 13,5% DE JANEIRO A AGOSTO

É claro que o comportamento da produção nos últimos três meses também afetou o índice acumulado de 12 meses que passou de 15,4% até junho para 10,3% em agosto.

Se o viés é de baixa, precisa se considerar que os últimos meses do ano sempre apresentam resultados positivos na produção, acelerada pelas vendas de final de ano – leia-se Black Friday e Natal.

A avaliação do estudo de mercado Mapa do Caminho, do Instituto Impulso, é de que 2021 deve se encerrar com alta de dois dígitos no volume da produção moveleira. A conferir.

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