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Cadeira “para roupas meio sujas” ganha tração no mercado

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Uma solução simples para um hábito comum voltou a chamar atenção do mercado de design de produto. A chamada “cadeira de lavanderia”, criada pela inventora e designer Simone Giertz, ganhou nova visibilidade após alcançar forte adesão em campanha recente de financiamento coletivo.

 

O conceito não é novo. A primeira versão do produto foi apresentada ainda em 2024, em um vídeo publicado pela criadora, a partir da observação de um comportamento cotidiano: o acúmulo de roupas “meio usadas” em cadeiras ou superfícies improvisadas.

 

O diferencial está na solução funcional. A peça incorpora um varão giratório embutido, permitindo pendurar roupas já utilizadas, mas que ainda não precisam ser lavadas. A proposta é organizar esse fluxo intermediário sem gerar desordem ou comprometer o uso do móvel

 

Mais do que um item de design, o produto dialoga com uma tendência crescente de consumo: a busca por soluções práticas que se adaptem à vida real - e não apenas a ambientes idealizados. Nesse caso, também há um componente funcional relevante, já que evitar lavagens desnecessárias pode contribuir para a durabilidade das peças.

 

A recente campanha na plataforma Kickstarter ultrapassou a marca de US$ 400 mil, indicando tração comercial e interesse do público, mesmo para uma ideia já apresentada anteriormente.

 

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Criadora do Yetch Studio, Giertz tem histórico de desenvolver produtos que combinam experimentação e utilidade prática, explorando ajustes em objetos do cotidiano.

 

O caso reforça um movimento relevante no design contemporâneo: soluções aparentemente óbvias, mas bem executadas, seguem encontrando espaço - especialmente quando resolvem fricções reais do dia a dia do consumidor.

 

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