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Exportações de mobiliário não deslancham no 1º semestre

As exportações de móveis brasileiros não têm muito para comemorar com os resultados alcançados no primeiro semestre deste ano. Não fosse pela alta das compras norte-americanas, as vendas externas teriam contabilizado um resultado negativo.

De janeiro a junho as exportações de móveis, considerando também colchões, totalizaram 645 milhões de dólares, ou seja, apenas 0,8% mais do que no primeiro semestre de 2018, subindo de 327 milhões para 329,8 milhões de dólares. Porém, as vendas aos Estados Unidos subiram mais de 19% no período e, além de garantir saldo positivo, respondem por quase 17% do total.

As vendas externas de janeiro a junho, alcançaram 147 países, 13 a mais do que no mesmo período do ano passado. Porém, isso não significa que tenha ocorrido maior pulverização importante das vendas. No primeiro semestre de 2018 a participação dos 30 maiores alcançava 94,9 do total e este ano subiu para 95,6%. Situação semelhante ocorre quando avaliamos o desempenho dos cinco maiores importadores. Nos primeiros seis meses do ano passado a representatividade deles era de 57% e em 2019 aumentou para 61,6%. E, importante observar também que entre os cinco primeiros este ano saiu a Argentina e entrou o Chile. A Argentina caiu depara o lugar, com recuo de 52% nas importações. Ainda em relação ao comportamento dos cinco maiores, destaque positivo para os Estados Unidos, com alta de 19,1% e negativo para o Peru, que recuou 13,3%.

A título de curiosidade, em valores nominais, a maior alta percentual de janeiro a junho foi da Áustria, com 64.600%, saindo de U$ 35 para U$ 22.600. Caminho contrário fez a Ilhas Virgens, com queda de 99,8%, recuando de U$ 35 mil para U$ 55.

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