Juros, tarifas, IA e eleições colocam o setor sob pressão
A primeira edição de 2026 da Móveis de Valor já está disponível para leitura em sua versão digital. São 132 páginas com informações e análises, prenúncio de um ano agitado e que promete muitas mudanças na geopolítica e na economia.
Por exemplo, eleições e juros elevados redefinem o jogo empresarial, em um cenário complexo que exigirá leitura fina do mercado, disciplina estratégica e atenção redobrada às margens e ao ritmo dos negócios. Isso e muitos outros dados você confere na editoria de Mercado, na análise do jornalista Guilherme Arruda.
Ari Bruno Lorandi, CEO da Móveis de Valor, chama atenção do varejo para o novo mapa de consumo de móveis no Brasil. Segundo sua análise, o varejo passa por mudança estrutural, com menos excesso, mais sentido e decisões mais conscientes. Na reportagem, você confere ainda que durabilidade, identidade e experiência deixam de ser diferenciais e passam a orientar produto, varejo e estratégia industrial.
E o varejo também precisa ficar de olho no e-commerce, que encerrou 2025 sob pressão e com muita oscilação nas vendas ao longo do ano. Na análise de Ari Bruno Lorandi, o alerta está acesso e exige ajustes de rota e mais loja física e menos cliques. Confira mais na editoria Comércio.
Nas exportações, o tarifaço de Trump reduziu os embarques brasileiros e gerou déficit na balança comercial. Somente para os Estados Unidos, o Brasil deixou de vender US$ 49,3 milhões ano passado, gerando um saldo negativo entre importação e exportação de mais de US$ 40 milhões. E, mais grave, as importações da China bateram novo recorde, com a participação do país chegando a quase 50% do total de importações brasileiras de móveis e colchões.
O México segue no mesmo caminho, impondo tarifas de 35% aos móveis brasileiros, o que exige a busca de alternativas que vão além da diplomacia, passando por avanços em acordos comerciais como Mercosul – UE e ações mais assertivas na conquista de novos mercados. Veja mais a respeito na editoria de Mercado.
Na editoria de Indústria analisamos a escassez de mão de obra, que vem mudando o ritmo das fábricas. Nos polos moveleiros, segundo pesquisa da Abimóvel, o déficit gira entre 15% e 30% e algumas empresas investem em tecnologia para contornar o problema. Mas a situação exige um novo olhar para as relações entre empregado e empregador, como mostra a reportagem.
Esta edição também traz a cobertura das feiras internacionais imm Cologne, realizada na Alemanha, e da Maison&Objet, que aconteceu em Paris. Além das feiras nacionais: Femur, Abimad e Movelpar Home Show.
Clique aqui para ler, na íntegra, a versão digital da Móveis de Valor janeiro/fevereiro.




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