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Exportações de móveis fecham 11 meses em queda

Pela primeira vez desde 2015, quando recuaram 12,7%, as exportações de móveis de 2019 podem encerrar o ano no vermelho. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) apontam queda de 1,2% nas vendas externas entre janeiro e novembro em relação a igual período de 2018. Em quantidade de peças exportadas há pequena elevação (0,1%).

Entre os cinco maiores exportadores (Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo), que representam 94,8% do total exportado, o Paraná foi o que mais recuou (0,5%), enquanto São Paulo foi o que mais aumentou (1,3%).

Os primeiros 11 meses de 2019 registram vendas externas de móveis na casa de U$ 642,5 milhões ante U$ 650,1 milhões no mesmo período de 2018. Foram exportadas 27,6 milhões de peças, segundo os dados do Mdic.

De todos os estados brasileiros, apenas Rondônia não exportou móveis em 2018, já que Amapá e Tocantins, que não haviam registrado vendas externas em 2018, aparecem agora, embora com volumes muito baixos.

 

Importações também recuam

Pelo lado das importações de móveis os números não são muto diferentes, o que acaba em parte compensando a balança comercial, que continua positiva. De janeiro a novembro as compras no mercado externo somam U$ 611,7 milhões, queda de 5,2% em relação ao mesmo período de 2018. Em volume de peças houve recuo de 3% na mesma base de comparação.

A China continua sendo o principal exportador ao Brasil com 42,2% do total, quase 2 pontos percentuais a mais do que em 2018.

 

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