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Fabricantes de caixões citam escassez de MDF para possível colapso

Montadoras de veículos tem centenas de carros semiprontos parados no pátio por falta de componentes. A indústria de móveis paga até 50% mais caro para garantir insumos e continuar produzindo, mas o que ninguém poderia imaginar é que a escassez de MDF no mercado poderia alcançar até os fabricantes de caixões.

A média de enterros e cremações nos cemitérios de São Paulo na última semana (221 por dia) cresceu 11% na comparação com os da semana de 11 a 17 de fevereiro (196), segundo o Serviço Funerário.

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Na capital paulista, representantes do setor não veem explosão de enterros, mas dizem que há redes em outras cidades “perto do colapso”.

A demanda maior de sepultamentos e a falta de matéria-prima para caixões, como aço e MDF, preocupam. A Associação dos Fabricantes de Urnas do Brasil, informou à revista Istoé Dinheiro, que vê risco de desabastecimento nacional de caixões.

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