magazine-luiza-lu-860x484-1.jpg

Magalu entra para top 25 dos maiores varejistas do mundo

A Magalu acaba de ingressar no top 25 dos maiores varejistas do mundo, de acordo com a lista recém-divulgada pelo site norte-americano especialista em plataformas Trading Plataforms. O crescimento de 60,2% em valor de mercado desde o último trimestre de 2019 foi fundamental para a arrancada para o hall das gigantes globais, de acordo com o site.

Conforme a lista, a Magalu aparece em 24º lugar, perto de gigantes como Walgreens, eBay, Ross e Adidas. Agora, seu valor de mercado é estimado em US$ 31,5 bilhões. Confira lista sequencial das 25 primeiras abaixo:

 

Amazon (US$ 1634,2 bilhões)

Alibaba (US$ 629,7 bilhões)

Walmart (US$ 407,8 bilhões)

Home Depot (US$ 286 bilhões)

Nike (US$ 222,1 bilhões)

Pinduoduo.com (US$ 217,9 bilhões)

Costco Wholesale (US$ 166,9 bilhões)

JD.com (US$ 138,1 bilhões)

Lowe’s (US$ 117,6 bilhões)

Inditex (US$ 92,5 bilhões)

Fast Retailing (US$ 90,2 bilhões)

CVS Health (US$ 89,4 bilhões)

Target (US$ 88,4 bilhões)

Kering (US$ 85,6 bilhões)

TJX (US$ 82 bilhões)

Adidas (US$ 68,1 bilhões)

Dollar General (US$ 51,5 bilhões)

Ross Stores (US$ 43,8 bilhões)

Wesfarmers (US$ 39,3 bilhões)

Alimentation Couche-Tard (US$ 36 bilhões)

eBay (US$ 34,6 bilhões)

Walgreens Boots Alliance (US$ 34,5 bilhões)

Woolsworths Group (US$ 34,2 bilhões)

Magazine Luiza (US$ 31,5 bilhões)

Seven & I (US$ 29,8 bilhões)

 

De acordo com o Trading Plataforms, “o forte desempenho da empresa foi reforçado depois que o varejista omnicanal decidiu aumentar ainda mais suas ofertas online”. As ofertas online aumentaram por conta da pandemia, que reformulou o cenário para muitos setores e sites de comércio eletrônico, conforme reforça o especialista em plataformas.

Amazon se consolida no topo

A Amazon está isolada no topo da lista das gigantes varejistas. O site ressalta que o avanço da Big Tech está diretamente ligado à pandemia, que possibilitou sua capitalização de mercado aumentar 78,4% no comparativo anual 2019-2020.

Quanto ao segundo colocado Alibaba, o Trading Plataforms descreve 2020 como um ano “tumultuado” em comparação com a maioria, “incluindo controvérsias envolvendo a empresa e seu fundador Jack Ma”, que aconteceram no final do ano. De acordo com a publicação, o sumiço de Ma tem a ver com o declínio de 20,8% no crescimento da empresa em relação ao terceiro trimestre de 2020.

Apesar disso, o Alibaba ainda avançou 10,6% no comparativo anual 2019-2020.

(Com informações do Consumidor Moderno)

Esta notícia é sobre a sua empresa? se cadastre e deixe seu contato