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Vendas no Varejo crescem 21% em maio, de acordo com o ICVA

Resultado ainda abaixo do patamar de 2019 apesar da aceleração verificada por dois meses seguidos As vendas no Varejo no mês de maio aumentaram 21,0%, descontada a inflação, em comparação com o mesmo mês de 2020. Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) registrou alta de 36,7%. Efeitos de calendário beneficiaram o resultado de maio deste ano, que contou com um dia útil a mais que em igual período do ano passado. Dessa forma, sem tais efeitos, o índice do mês registrou alta de 20,1%, descontada a inflação. Em termos nominais, com os ajustes de calendário, o faturamento aumentou 35,6%. De acordo com Pedro Lippi, Head de Inteligência da Cielo, é o segundo mês seguido de aceleração das vendas no Varejo. “Assim como observado em abril, a forte alta das vendas no mês de maio está relacionada com a fraca atividade comercial verificada no mesmo mês do ano passado, quando boa parte do comércio estava de portas fechadas por conta da pandemia da covid-19. Em termos nominais, os resultados de maio deste ano mostram que estamos próximos do patamar registrado antes da pandemia, embora ainda cerca de 3% abaixo do observado em maio de 2019”, afirma.

SETORES

Descontada a inflação e com o ajuste de calendário, os macros setores de Bens Não Duráveis e Serviços aceleraram enquanto Duráveis e Semiduráveis desacelerou. No macro setor de Bens Não Duráveis, os segmentos que mais contribuíram para a aceleração foi Livrarias, Papelarias e Afins; Postos de Combustível. No macro setor de Serviços, os destaques foram Bares e Restaurantes; Turismo e Transporte. Já no macro setor de Bens Duráveis e Semiduráveis, Ótica e joalherias; Móveis, Eletro e Lojas de Departamento estão entre os que mais desaceleraram.

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REGIÕES

De acordo com o ICVA deflacionado e com ajuste de calendário, todas as regiões do país apresentaram aceleração nas vendas na passagem mensal. A região Nordeste registrou crescimento de 30,3%, seguida de Norte (+27,1%), Sudeste (+21,4%), Centro-Oeste (+16,3%) e Sul (+9,2%). Pelo ICVA nominal – que não considera o desconto da inflação – e com ajuste calendário, a região Nordeste registrou crescimento de 47,3%. Na sequência aparecem: Norte (+45,9%), Sudeste (+35,7%), Centro-Oeste (+32,1%) e Sul (+24,2%).

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