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Guararapes avalia novamente IPO, porém agora com oferta restrita

A Guararapes Painéis informou que avalia fazer oferta pública inicial de ações (IPO) de distribuição primária e secundária, com esforços restritos de colocação. A companhia contratou o BTG, Bank of America, XP, Citigroup, Bradesco BBI e UBS BB para coordenador a potencial oferta.

“Ressalta-se que, nesta data, não há qualquer decisão tomada acerca da efetiva realização da potencial oferta, a qual está sujeita, entre outros fatores, à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições políticas e macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores, aos procedimentos inerentes à realização de ofertas públicas na forma da regulamentação vigente, entre outros fatores alheios à vontade da companhia”, diz a Guararapes.

A companhia havia protocolado em dezembro do ano passado o prospecto para realizar um IPO com esforços amplos de distribuição (via instrução CVM 400), mas acabou desistindo em junho, e agora volta com a oferta restrita (instrução 476).

Fundada em 1984 pelos empresários João Carlos Pedroso e Valderez Bertolin, a Guararapes é um dos maiores fabricantes do país de produtos de madeira voltados para o mercado de móveis, decoração e construção. No Brasil, é o 4º maior produtor de MDF, com 12% de participação de mercado, e o segundo maior exportador de compensados, com 13% de participação de mercado. A companhia exporta para mais de 50 países.

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Na oferta via instrução 400, a companhia pretendia usar recursos líquidos da tranche primária para expansão de suas unidades industriais de produção de compensado e de painéis MDF, bem como para realização de investimentos em projetos greenfield; aquisição de ativos por meio de operações de M&A; investimentos em novos negócios em atividades correlatas e/ou com potencial sinergia com as atividades atualmente desenvolvidas; e reforço de caixa e de capital de giro.

Os principais acionistas são P&B Participações, com 81,15%, que é a holding que engloba as fatias de João Pedroso, Leoni Bertolin e José Carlos Januário; e Brasil Agronegócio FIP, da gestora BRZ Investimentos, com 18,24%.

(Com informações O Globo)

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