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IKEA fecha sete lojas na China e decide mudar estratégia no país

Revisado Natalia Concentino - 13 de Janeiro 2026
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Imagem: Divulgação

O gigante sueco do mobiliário e da decoração, IKEA, decidiu encerrar a atividade de sete das suas lojas em várias cidades da China a partir de 2 de fevereiro, ao mesmo tempo que vai mudar o foco da sua expansão no país para os mercados-chave de Pequim e Shenzhen. A estratégia passa pela abertura de mais de uma dezena de lojas de pequeno porte nos próximos dois anos.

 

“Esta decisão é um passo importante na profunda transformação da empresa na China, com o objetivo de lançar as bases para um crescimento empresarial mais resiliente”, anunciou a multinacional. Em concreto, “após uma revisão e avaliação exaustivas”, a IKEA vai encerrar as lojas: 

 

 

  • IKEA Shanghai Baoshan;
  • IKEA Guangzhou Panyu;
  • IKEA Tianjin Zhongbei;
  • IKEA Nantong;
  • IKEA Xuzhou;
  • IKEA Ningbo;
  • IKEA Harbin.

 

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Desta forma, a empresa sueca – que abriu a sua primeira loja no país em 1998 e chega atualmente a mais de mil milhões de clientes locais – passará a operar na China um total de 34 lojas físicas. Além disso, a IKEA conta no país com três canais digitais próprios e duas lojas-âncora de comércio eletrônico, continuando a explorar formas de melhorar ainda mais a experiência omnicanal dos clientes.

 

Neste sentido, a multinacional indicou que vai passar de uma expansão em grande escala para uma “penetração de mercado mais focada”, apostando nos mercados-chave de Pequim e Shenzhen e abrindo mais de dez lojas menores nos próximos dois anos. Entre as aberturas previstas estão a loja IKEA Dongguan, em fevereiro de 2026, e a loja Beijing Tongzhou, que deverá abrir em abril de 2026.

 

A empresa deixa claro ainda a intenção de continuar a reforçar a sua presença online e a investir nas lojas existentes, tirando partido do ecossistema avançado de inovação da China e colaborando com parceiros locais de referência em áreas como a digitalização, a automatização e a economia circular, com o objetivo de otimizar processos, reduzir custos e aumentar a rapidez e a flexibilidade.

 

Fonte: idealista.pt 

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