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Organização de itens evita perda de dinheiro nas empresas

Vivemos na era da informação, em que temos acesso a muito conteúdo, obtemos respostas rápidas e podemos fazer compras em cada vez menos tempo sabendo mais detalhes sobre o produto. Então, parece lógico aplicar isso ao dia a dia da sua empresa. Já colocou na ponta do lápis todos os gastos que têm com peças, manutenção, compras de itens repetidos etc.? Em 1996 a CH Data já estava implementando no mercado mundial um software capaz de facilitar as compras de itens feitas pelas empresas e estimulando a colaboração para conseguir melhores ofertas no mercado.

Tadeu Avellar, CEO da CH Master Data

“Em 1991, ou seja, 30 anos atrás, a Brahma já buscava no mercado alguém que oferecesse um software que fizesse o cadastro de todos os equipamentos e peças da empresa, só que isso não existia no mercado. Nessa época já trabalhava na área de tecnologia e a empresa organizou sua equipe para desenvolver um sistema que pudesse fazer esse cadastro e evitar desperdícios de dinheiro e peças”, conta Tadeu Avellar, CEO da CH Master Data, que na época estava aprendendo o que seria o maior negócio da sua empresa num futuro breve.

Com essa experiência, Avellar percebeu a necessidade que estava nascendo no mercado e que as empresas não tinham estrutura para fazer. Assim nasceu a CH Data, que passou a oferecer o serviço completo. “Ao longo dos anos as peças foram evoluindo e o compartilhamento de informações também. Hoje podemos dizer que temos um grande sistema em que cada peça possui um código (como se fosse o CPF dela) e que traz todas as informações sobre elas, facilitando a vida de quem precisa comprar e o controle de estoque”, comenta.

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David Ferreira, diretor comercial da CH Master Data

Outra vantagem de estar no meio dessa rede de informações é a troca de peças, que pode ser feita entre os clientes da CH. “Isso evita o desperdício e a perda de dinheiro, já que às vezes algumas peças ficam sobrando e a indústria a vende como sucata. Nas trocas promovidas pela CH, é levado em consideração o custo médio da peça, para que o preço pago não seja perdido na negociação, além de abrir a possibilidade de permuta entre nossos clientes”, informa David Ferreira, diretor comercial da CH Master Data.

Nos meses de agosto e setembro de 2020 a CH Data observou crescimento nas demandas, tanto das indústrias como dos serviços. “Logicamente nossas demandas acompanham o desenvolvimento do mercado, então quando em março e abril as produções diminuíram, nosso atendimento também diminuiu, mas acreditamos que essa virada do final do ano deve ajudar ainda mais a CH a implementar novas tecnologias, como o robô de compras, permitindo quase um leilão em busca das melhores ofertas”, comentam Ferreira e Avellar.

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