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Preço de móveis sobe 64% mais que o IPCA geral em 2021, diz o IBGE

Não é um comportamento normal, ao contrário pouco se viu nos últimos anos quando os preços de móveis no varejo subiram muito menos do que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Mas o improvável aconteceu em 2021, muito mais pela pressão sobre os preços de matérias-primas e insumos do que pela ambição dos fabricantes em lucrar mais na crise. O fato é que os preços no varejo em 2021 aumentaram 16,57% para um IPCA geral de 10,06%, ou seja, 64,7% mais do que a média de preços ao consumidor.

Na avaliação mês a mês, apenas em junho houve recuo de -0,16%. Por outro lado, em novembro ocorreu a maior alta mensal, com 2,52%.

No acumulado do ano, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre tiveram as maiores altas, todos com mais de 17%, enquanto no outro extremo ficaram Vitória e Fortaleza, entre 9% e 11% de alta, respectivamente.

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Veja abaixo o gráfico de evolução mensal, somando-se as 10 regiões pesquisadas e o quadro com o comportamento acumulado durante os 12 meses de 2021, com dados do IBGE.

 

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