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São Paulo lidera retomada da venda de móveis com alta de 41,5%

O Estado de São Paulo, segundo o estudo Mapa do Mercado, do Instituto Impulso, responde por quase um terço do consumo de móveis no Brasil. Em 2020 são mais de 20,1 bilhões dos 62,6 bilhões de reais de todo o País.

E São Paulo está mostrando uma capacidade significativa de alavancar as vendas de móveis em 2020. Dos primeiros sete meses deste ano, apenas em abril e maio o estado apresentou queda nas vendas do varejo de móveis.

Em janeiro as vendas de móveis aumentaram 32,5%. No mês seguinte subiram mais 39,8% e em março foram mais 18,5% sempre na comparação com igual mês do ano anterior.

Veio a pandemia do vírus chinês e as vendas no estado paulista recuaram 34,1% em abril e 28,3% em maio, principalmente pelo isolamento social e fechamento das lojas físicas. Mas, tão logo houve flexibilização na quarentena, o mercado paulista voltou a acelerar as vendas de móveis com 19,1% em junho e atingiu o maior índice da história da pesquisa do IBGE, iniciada em 2012, na venda de móveis com alta de 41,5% em julho.

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O desempenho do maior mercado de consumo de móveis do País até julho é o melhor entre os 12 principais estados consumidores, segundo o IBGE. No período de janeiro a julho acumula alta de 12,4%. Para se ter ideia, o segundo é Goiás, com 6,1%. E a taxa anualizada também deixa São Paulo disparado em primeiro lugar. A alta acumulada em 12 meses é de 14,8%.

O extraordinário desempenho de São Paulo levou todos os indicadores para o terreno positivo no final dos primeiros sete meses do ano. Expansão de 0,7% e a taxa anualizada para 3,8% na comparação com iguais períodos do ano anterior.

É uma importante sinalização de que devemos fechar 2020 com volume de vendas superior a 2019, apesar de todas as dificuldades causadas pela pandemia do vírus chinês.

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