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Veja como é possível recuperar o valor do mobiliário infantil

Antigamente o quarto do bebê era visto como um símbolo de status para as famílias. Não à toa surgiu a expressão “berço de ouro” para se referir a crianças de famílias com alto poder aquisito. No entanto, o setor de mobiliário infantil tem mostrado que os quartos grandes com móveis luxuosos para bebês ficaram no passado. Mas, então, o que aconteceu com esse mercado

O IPCA (índice de preços ao consumidor amplo) de móveis infantis tem se movido de forma inversamente proporcional ao índice geral da inflação. O número que estava em -3,99 em 2016, foi para -1,68 em 2017, depois -0,34 em 2018 e em 2019 finalmente chegou a um saldo positivo, com 2,76. Significa queda de 3,24% em quatro anos, enquanto o IPCA aumentou no período 23,02%. Com a chegada de 2020 o IPCA de móveis infantis teve uma queda brusca chegando a -5,92 enquanto o aumento do índice geral da inflação subiu 4,52. Quando contabilizamos os últimos cinco anos a defasagem é de aproximadamente 14%.

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O que também recuou significativamente foi o dinheiro gasto pelas famílias para a compra de móveis infantis. Em 2005, segundo o estudo Mapa do Mercado, do Intelligence Group, os gastos chegavam a 5,1% das despesas com mobiliário, mas em 2021 o percentual caiu para 3,2%, queda de 37%. Em valor representa mais de R$ 1,4 bilhão que sumiu no mercado.

A que se deve essa queda? Seria devido à diminuição da taxa de natalidade no Brasil que teve queda de 6,2% durante a pandemia? Ou devido a diminuição do poder de compra dos brasileiros que ficaram, em média, 5,6% mais pobres entre 2014 e 2020?

Nada disso explica essa redução brusca do mercado moveleiro infantil. Isso porque... (leia mais)

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