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Lojistas elegem as 20 marcas TOP no setor em pesquisa da MV

Qual o valor da marca de uma empresa? Os especialistas relacionam inúmeras variáveis para se chegar ao resultado. Mas as mais importantes são qualidade nos produtos e serviços, vendas e suporte ao cliente. Pelo menos é isso que pode fazer com que a marca se torne perene e o empresário ganhe dinheiro.

Inicialmente sem a pretensão de uma pesquisa ampla, mas muito mais uma sondagem espontânea junto aos milhares de lojistas que fazem parte do nosso banco de dados, fomos ouvir a opinião de lojistas e compradores de móveis sobre quais são, na análise da qualidade de produtos, serviços, atendimento e pós-venda, as melhores marcas de móveis do País.

O formato escolhido foi o online, por ser de fácil acesso pelos lojistas, com questionário de perguntas simples, em que o lojista deveria apenas identificar sua loja e e-mail, indicar até cinco marcas e dar a cada uma delas nota entre 5 e 10 pontos (onde houve indicação de lojas, mas não de pontos, foi atribuída a menor pontuação – cinco).

Além do questionário online, a equipe de jornalistas também deu suporte à promoção, incentivando os lojistas a participarem da promoção e ouvindo a opinião deles para saber quais os atributos de valor mais importantes entre os quatro itens questionados na sondagem, quando ele decide abandonar um fornecedor ou incorporar um novo e se nos últimos cinco anos eles haviam aumentado, mantido ou diminuído o número de fornecedores. E tudo dividido por região geográfica, observando-se o percentual do potencial de consumo de móveis de cada uma delas, de acordo com o estudo Mapa do Mercado, do Instituto Impulso.

Foram ouvidos por telefone, 388 lojistas, dos quais 50% na região Sudeste, 20% na região Sul, 18% no Nordeste, 7% no Centro-Oeste e 5% na região Norte.

Entre os 388 lojistas consultados, 44% informaram haver aumentado o número de fornecedores nos últimos cinco anos; 32% mantiveram o número; 21% reduziram e 3% não quiseram informar. E, naturalmente, os motivos para cada decisão são variados, e mudam significativamente também em cada região.

No Norte e Nordeste, por exemplo, a razão mais citada por quem aumentou o número é “porque as regiões se tornaram mais atrativas para as indústrias”, como observa José Humberto Mariano Silva, diretor do departamento de compras da Santana Center, de Alagoas. Para diminuir o número de fornecedores o motivo mais citado é o mau atendimento, seguido do interesse em aumentar o mix de produtos do mesmo fornecedor, racionalizando as compras. Mas teve também reclamações por falta de suporte em vendas. “Nossos fornecedores deveriam oferecer mais treinamento, tanto em vendas quanto em montagem, o que implicaria também em menos problemas na assistência técnica”, acredita Luiz Eugenio Duarte Santos Filho, diretor comercial da Lojas Guido, de Alagoas.

No Centro-Oeste os motivos são semelhantes, porém tem quem eleja a busca por melhoria na relação custo-benefício para trocar. É o que acontece na Eletromóveis Martinello, do Mato Grosso, segundo o diretor de compras, Clodoaldo Martinello.

Na região Sudeste chama atenção o motivo para aumento do número de fornecedores entre as lojas de Minas Gerais. Das 58 entrevistadas, metade delas alegaram a busca por mais exclusividade e/ou preços mais competitivos. “É uma estratégia do setor de compras”, afirmou o gerente de compras de uma grande rede mineira, sob promessa de anonimato. Em São Paulo se observa uma tendência de permanecer o número de fornecedores nos últimos anos. “É melhor estabelecer e manter a parceria”, acredita William Jorge, sócio da Comercial São Jorge. Quem aumentou, fez por conta da ampliação dos negócios. É o caso da Aki Eletro, segundo Raffael Capel, comprador da empresa.

A questão custo-benefício é relevante no Sul. A Lojas Holz, do Rio Grande do Sul, aumentou o número de fornecedores, incorporando produtos com ticket menor. “A demanda por este tipo de produto aumentou”, explica Jian Carlo Traesel, gerente de compras. A Lebes, também gaúcha, justifica o aumento pelas vendas na internet, informa o head de compras de eletromóveis da rede, Marcelo Bittencourt. E os interessados em vender para a Lebes devem ter “excelência em tudo”, alerta Bittencourt. A Aliança Móveis, do Paraná, fez a opção por manter o número estável, acreditando que as parcerias são o melhor caminho para o sucesso dos negócios, segundo Washington Wagy Wassouf, proprietário da Aliança. Mas tem também que reduz drasticamente o número de fornecedores. É o caso da Vitrine Móveis, de Santa Catarina. Iris Gelbecke, proprietário da loja, revela que o número de fornecedores em 2015 chegava a 143. Hoje possui “apenas” 60 fornecedores. Em relação aos 60 que ficaram, os motivos de escolha se deram devido a parcerias de longo tempo. “Foi uma escolha difícil”, admite.

 

Confira abaixo a lista com as 20 marcas TOP*:

Bechara

Caemmun

Castor

DJ Móveis

Ecoflex

Estofama

F.A. Colchões

Gazin

Henn

Herval

Itatiaia

Kappesberg

LJ Móveis

Matic

Moval

Ortobom

Patrimar

Província

Rudnick

Sankonfort

* As marcas foram listadas em ordem alfabética

Para ter acesso aos gráficos e mais opiniões dos lojistas entrevistados acesse aqui a versão digital da Revista Móveis de Valor e leia a reportagem na íntegra.

 

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