A pergunta é: o que você pode fazer por 2021 para que ele seja melhor

A minha sugestão no último Cá entre nós do ano - para que todos se lembrem de 2020 para sempre - não foi bem recebida por alguns que preferem esquecer o ano. Eles devem ter suas razões pessoais para pensar desta forma. Mas reitero aqui meu principal argumento: as contribuições de 2020 transformaram nossas vidas de forma profunda. O ano de 2020 exemplificou, em 12 meses, o que significa a palavra “resiliência”. Por isso continuo acreditando que 2020 trouxe ensinamentos que nenhum de nós poderá jamais esquecer. Como William Faulkner já disse antes: “O passado nunca está morto. Na verdade, nem sequer é passado.”

E quando um novo ano começa, ele sempre nos assombra com muitas questões: será uma repetição do anterior, muitas situações não foram resolvidas, há um clima de incertezas, a economia vai evoluir? O mercado vai ser o do primeiro ou o do segundo semestre do ano passado, a chegada das vacinas vai nos colocar de volta à vida normal, aquela que não dávamos tanta importância e que agora nos faz muita falta?

Sempre temos mais perguntas do que respostas. Mas vamos concordar que muitas das questões que nos preocupam compete a nós mesmo resolvê-las.

Deveríamos incluir entre as metas do novo ano não mais terceirizar a responsabilidade pelas dificuldades que a nossa empresa, os nossos negócios enfrentam. Talvez, apenas talvez, devêssemos ser mais protagonistas e menos figurantes no setor em que atuamos.

Cá entre nós: Admito que continuamos envolvidos em uma espécie de guerra, que ainda não acabou. Mas nós temos o poder. Então, vamos lutar por um mundo com mais equilíbrio, um mundo em que a ciência e o progresso possam levar felicidade para todos. Fazemos das palavras de Thiago Godoy, mestre pela FGV, a nossa recomendação a todos: não pergunte a 2021 o que ele pode fazer por você. Mas sim, se pergunte o que você pode fazer por 2021 para que ele seja um ano melhor.

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