Está na hora de ressignificar o nosso lado emocional

Nestes 19 meses de pandemia, já falamos quase tudo sobre vírus chinês, mas não sobrou tempo de olhar para dentro de nós, de OLHAR PARA O NOSSO LADO EMOCIONAL. Já tratamos aqui sobre o viés ideológico que vem caracterizando o comportamento dos governantes em todos os níveis.

Hoje sabemos que a exigência de ficar em casa trouxe como efeito colateral o aumento da demanda por móveis, desde home office o colchão e, neste caso, nunca tantas coisas foram decididas – e feitas – sobre uma cama. Jamais o colchão será visto com os olhos de antes da pandemia.

Muito se tem badalado sobre a expansão das vendas online, da abertura de milhares de novas lojas na internet e, de outro lado, pesquisas mostraram que a maioria das pessoas estavam ansiosas para voltar às lojas físicas para fazer suas compras.

Porém, pouco falamos sobre as consequências emocionais causadas pela pandemia, que levou embora quase 600 mil pessoas e deixou sequelas em milhões que conseguiram superar o vírus. O lado emocional, com certeza o mais importante, e que agora vem sendo estudado para saber com que profundidade fomos atacados pela pandemia.

No mês passado houve a campanha do setembro amarelo e inúmeras pesquisas mostram os sérios problemas causados pela pandemia. De cada 10 brasileiros, 4 desenvolveram algum nível de ansiedade ou depressão. A situação é tão séria que a Organização Pan-Americana da Saúde alertou que a pandemia de COVID-19 exacerbou os fatores de risco associados a comportamentos suicidas e pediu pela priorização da prevenção ao suicídio.

Pois é! Passamos estes meses todos preocupados com a sobrevivência, com o emprego, com as necessidades do dia a dia e não sobrou tempo de olhar para dentro de nós, de OLHAR PARA O NOSSO LADO EMOCIONAL. Estou falando de olhar, prestar atenção, também para as pessoas que estão ao nosso lado, avaliar quanta diferença elas fazem pra gente. É ter a certeza de que é com elas que queremos estar neste momento. É lembrar de agradecer a elas todos os dias por existirem e darem sentido a nossa vida.

O que realmente importa é que, quando a pandemia for apenas passado, que não passe o nosso sentimento pelas pessoas que passam o tempo todo conosco. Que o “novo normal” seja a capacidade de sermos mais felizes do que éramos antes.

Cá entre nós: Que venha com o novo normal uma segunda vida, com a boa e velha maneira de amar prevalecendo sobre todo o resto, porque afinal, o que importa mesmo é olhar para a pessoa com quem dividimos a nossa vida hoje, e ter certeza de estar cumprindo a principal razão pela qual passamos por este mundo. Vivemos aqui para ser feliz. Então, assim como eu sou, você também, seja feliz.

 

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