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Problemas de insônia aumentam com pandemia

Em meados de março o mundo virou de cabeça para baixo e a pandemia de coronavírus provocou mudanças profundas na rotina das pessoas. Muitas passaram a trabalhar em casa, com os filhos sem escola, com ameaças de perder emprego ou a renda. Empresários com seus comércios fechados ou com restrições de abertura, fazem malabarismos para equilibrar as finanças. E todos temem a contaminação e os riscos à saúde. Mais recentemente veio a ansiedade da vacina. Esse quadro todo vem impactando o sono das pessoas, a ponto dos especialistas criaram até um termo para isso: coronasomnia, em inglês. Em português seria algo como "corona-insônia" ou "covid-insônia".

O fenômeno da insônia associada ao aumento do estresse por causa da pandemia de Covid-19 atinge pessoas no mundo todo.

No Reino Unido, um estudo feito em agosto do ano passado pela Universidade de Southampton mostrou que o número de pessoas com insônia aumentou de uma a cada seis para uma a cada quatro, com mais problemas em alguns grupos, incluindo mães e trabalhadores essenciais. Algo semelhante aconteceu na Itália, onde foi constatado aumento alarmante de insônia clínica. Na Grécia, quase 40% dos entrevistados em um estudo feito em maio disseram estar sofrendo problemas para dormir. E na China, as taxas de insônia aumentaram de 14,6% para 20% durante o período de isolamento social.

Outro indicativo é que a palavra "insônia" foi mais pesquisada no Google em 2020 do que nos anos anteriores.

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No Brasil não temos estudos a respeito, mas certamente o quadro não difere de outros países. Aliás, aqui temos componentes que podem potencializar a insônia, como o grau de incerteza ainda maior em relação à economia e às decisões dos governos quanto à imunização.  

E a insônia causa problemas de saúde, acarretando no longo prazo obesidade, ansiedade, depressão, doenças cardiovasculares e diabetes, e interfere negativamente na produtividade no trabalho e no estudo.

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