O que vem primeiro? Deveria ser a prevenção, só que não

Ari Bruno Lorandi traz ao Cá Entre Nós um assunto que vem rendendo muitas notícias nos últimos meses

Ari Bruno Lorandi traz ao Cá Entre Nós um assunto que vem rendendo muitas notícias nos últimos meses: os incêndios em fábricas de móveis e colchões. “Caminhamos rapidamente para atingir 20 incêndios em fábricas de colchões em menos de 14 meses [...] Cada notícia de incêndio deveria servir de alerta às outras empresas do setor para que avaliassem como estão seus riscos de ser a próxima a virar cinzas. Mas não é o que se vê. E, é bom ressaltar que não só as colchoeiras, mas as indústrias de móveis estão na mesma situação”, alerta o apresentador.

 

Em sua reflexão sobre esse problema que vem assolando o setor colchoeiro, Lorandi fala sobre as principais causas desses incêndios e sobre a preocupação com a prevenção por parte dos responsáveis pelas indústrias. Ele questiona: “Quanto custa realizar uma auditoria completa sobre os atuais riscos?”. Segundo o apresentador, a desculpa mais comum para que o básico não seja feito normalmente é a falta de dinheiro. E a justificativa é a esperança de que um incêndio não vai acontecer na empresa dele.

 

Assista ao comentário completo no player acima.

 

Notícias

 

Como já é hábito, o 10 Minutos com Ari Bruno Lorandi traz as notícias que repercutiram na semana. Uma delas é mais um assunto relacionado ao universo dos colchões e passível de questionamentos. “É muito estranho, para dizer o mínimo, que sono não faça parte das preocupações do Global Wellness Institute (Instituto Global de Bem-Estar). Sabemos que o tripé da vida saudável é alimentação, exercícios e sono, mas este último item jamais foi mencionado nos boletins mensais e nos relatórios de bem-estar que recebemos do Global Wellness Institute. Já questionamos o fato diretamente à entidade, mas até agora não houve qualquer manifestação. Será que a indústria do sono não está contribuindo com o instituto...”

 

leia: Na economia nada está tão ruim que não possa piorar

 

A saga continua

 

Os fundadores da Tok&Stok, a família Dubrule, anunciaram a intenção de comprar a Mobly por acreditar na sinergia com a Tok&Stok. A oferta pública de aquisição (OPA) propõe o pagamento de R$ 83,5 milhões por 122,7 milhões de ações da companhia. Em resposta, a Mobly diz que “a proposta encaminhada parece ser de plano inviável”. A nota acrescenta que “a companhia segue focada na implementação da estratégia de negócios e na captura de sinergias decorrentes da aquisição do controle da Tok & Stok”.

 

Entrevista

 

Além de tudo isso, a edição do 10 Minutos com Ari Bruno Lorandi traz uma entrevista com Olga Fonseca, que há mais de 20 anos trabalha em Marketing e Desenvolvimento de Negócios e desde 2013 atua especificamente no setor colchoeiro. Vale a pena saber quais os principais desafios para superar concorrentes no concorrido mercado colchoeiro.

 

Confira a íntegra do programa 10 Minutos com Ari Bruno Lorandi no player acima.

 

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